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João Procópio Neto

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 Como me vejo?

Lembro-me de um poema que minha avó dizia: “O Teatro é arte de sentir, é a arte da paixão, ele faz o homem sonhar, sondar o mundo dos espíritos conhecer as Terras do nunca, voltar a qualquer passado ou ir a qualquer futuro”... Apesar de ter a oportunidade de passar academicamente por outras veias, outros campos, não sei se por ter a forte influencia familiar ou por sentir uma falta visceral de estar de alguma maneira ligado ao palco, o teatro tem sido o meu alicerce, o meu bem estar. Muitas pessoas perguntam como é ser neto, sobrinho, filho de pessoas que fizeram e fazem tanto pelo nome da cultura nacional. É FABULOSO, às vezes no sentido literal da palavra. O fato de ter em meu sangue o privilégio de pessoas que são referencia, me trás muitas responsabilidades no geral, mas o fato de ser um ator, um cidadão, um formador de opinião me dá a possibilidade de ser de alguma maneira uma apontador do meu tempo. Hoje temos a profissão regularizada, o que na época de meu avô e de muitos colegas, não era, hoje existe um sistema que deve proteger a classe artística que é o SATED, antes atores, autores, artistas tinham de ter muito prestigio para ter seus direitos respeitados, e mesmo assim, meu avô para se aposentar teve de brigar e muito para provar quem ele era... Muitas mudanças mas a mesma paixão existe em quem É da arte, o que é diferente para quem ESTA na Arte (Ser e Estar, duas maneiras completamente diferentes de vivenciar a arte)... Agradeço ao universo o presente de poder SER na profissão que amo.

Me vejo um Observador que ainda tem a oportunidade de se expressar.

 

Bio

NOME: JOÃO PROCÓPIO FERREIRA SESSA

ARTISTICO: JOÃO PROCÓPIO NETO

FILIAÇÃO: ANTONIO SESSA E MARIA MARTINS DA SILVA FERREIRA MELO

RPA/ DRT: 21.773

FUNÇÃO: ATOR – DIRETOR – CENÓGRAFO – FIGURINISTA – MAQUIADOR – ROTEIRISTA – ESCRITOR – DIRETOR DE PRODUÇÃO.

Cor dos olhos: Azuis - Cabelo: Loiro escuro - Altura:1,81

Curso de Especialização:

OFICINA DE TEATRO FRANCÊS - Ministrado por Katherine Monnont - Paris – 1983

CANTO LÍRICO - Ministrado pelo Maestro italiano Carlos Chipinelli - Paris 1983/1989

C.N.S.A.D. (Le Conservatoire national superieur d art dramatique )

Ministrado por Jacques Rosner e professores da COMEDIE FRANÇAISE - Paris - 1983/1986

BALLET BEJART LAUSANNE - Cia de Ballet Contemporâneo - 1985/1989

Royal Theatre Academy – Londres – 1988

Teatro Pariolli - Roma - 1988

MÁSCARAS E TIPOS, O MERGULHO DA PERSONAGEM - Ministrado por Hamilta Rodrigues - Rio de Janeiro - 1992

OFICINA DE CENOGRAFIA E DIREÇÃO DE ARTE - Ministrado pela U.F.F. - Rio de Janeiro - 1993

DANÇA CIGANA - Ministrado por Célia de Calé - Rio de Janeiro - 1994

EXPRESSÃO E CORPO - Ministrado por Marina Martins - Rio de Janeiro - 1994

CANTO - Ministrado pela professora e atriz Norma Geraldy - Rio de Janeiro - 1994/1997

 

João Sated

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nascido no dia 08 de julho teve sua estreia em teatro no dia 19 de Dezembro de 1971 no espetáculo "O AUTO DE NATAL" de Nino Honorato com direção de Procópio Ferreira. Coincidentemente teve seu primeiro trabalho profissional no dia 19 de dezembro de 1974. Daí então muitos trabalhos em teatro como ator em espetáculos infantis e participações em espetáculos adultos.

Em 1979, após a morte do avô, o jovem Procópio foi para Europa. Lá, estudou artes cênicas no Le Conservatoire National Superieur D Art Dramatique (C.N.S.A.D.). Atuou com a Companhia da grande atriz francesa Katherine Monnon em espetáculos como L’MORT DES ARTIST. Trabalhou com o grande diretor Jacques Rosner no espetáculo LE BOURGEOIS GENTIL HOME. Cursou em Paris (Commédie Française), Londres (Royal Theatre Academy) e Roma (Teatro Pariolli). De volta ao Brasil, trabalhou com grandes diretores como: Jorge Fernando, Flavio Paiva, Rubens Lima Júnior, Hamilta Rodrigues, Maria Lina, Julia Rosa, Mirian Pérsia, Nino Honorato, João Luiz Fiane, Lucy Freitas, Bemvindo Sequeira entre outros. Em companhia de Bemvindo Sequeira dirigiu o espetáculo "ADOLESCENTES, ABORRECENTES, ABORRECIDOS" de Gisa Gonsioroski, Participou na direção de produção do projeto “CULTURA VIVA DE NOSSA ARTE” em beneficio a Casa dos Artistas, dirigiu os espetáculos “AUTO DA PAIXÃO” com aproximadamente 110 atores e figurantes da região sul do Espírito Santo e “QUANDO SE ABRE O BAÚ”, 1º espetáculo realizado do projeto “POETAS DE MINHA TERRA”, que tem como finalidade apresentar novos nomes da poesia e novos apreciadores em cada montagem. A convite da Amiga e diretora do Departamento Social da Cia Procópio Ferreira Rose Folly, no ano de 2003 criam um projeto de “Popularização das Artes” onde Assume a Supervisão do Projeto intitulado “SOCIEDADE CONSCIENTE, CULTURA AMBIENTE” (projeto este realizado no Bairro Colubandê em São Gonçalo – RJ) onde trabalham arte educação, interpretação, arte-terapia, artesanato expressão corporal e outras atividades artísticas. Em 2004 montou os espetáculos ‘‘OS TRÊS PORQUINHOS’’, ‘‘O DOENTE IMAGINÁRIO’’, ‘‘A CIGARRA E A FORMIGA’’, ‘‘O BOBO DO REI’’, ‘‘O PEQUENO PRÍNCIPE’’, “CASTRO ALVES”, “A DAMA E O VAGABUNDO”, “GOTA D’ÄGUA”, ‘‘PSIQUE A IMORTAL’’ e “SARAU DE POESIAS”, espetáculos montados de 2004 a 2007 com atores do projeto realizado em São Gonçalo, atores que hoje estão no corpo direto da Cia Procópio Ferreira da qual o ator assumiu a direção geral e presidência desde 2003. Em 2008 assinou a direção de 2 espetáculos, “ABRACADABRA MÁGICA MÍSTICA” musical infantil de sua autoria e a comédia “A DONZELA ARRETADA” de Paulo Souto, uma versão bem brasileira da Megera Domada de Shakespeare. Em 2009 Volta a montar o espetáculo “DRAG-QUEENS” onde dirigir e assina a autoria da obra e “SENHORAS D+” onde além de autor, atua e dirige o espetáculo. 2010 Dirigiu fragmentos de “GOTA D’ÁGUA”. Em 2011 “LA NEGRA – MERCEDES SOSA”. 2012 “TRIBUTO A CLARA NUNES”. Em 2014 o Espetáculo “SENHORAS D+” volta a cena com apresentações em cidades do Estado do Rio de Janeiro e começa a parceria com a INDUSTRIA PARA TV com oficinas de artes. Em 2015 pela terceira vez João Procópio Neto é convidado pelo SATEDRJ para dirigir um texto nos projetos de leituras Dramatizadas sob a coordenação da atriz Léa Garcia, dirige os espetáculos “COMO CAÇAR UM HOMEM” de Vinicius Cardoso, “DOIS PERDIDOS NUMA NOITE SUJA” de Plinio Marcos e “CLARO” de David Ives. Também em 2015 dirige o curta metragem “UM TANGO PARA ALICE” de Valdo Boaventura. 

         João e Pratinha

 Foto com o ator Antonio Prata “Pratinha” – filho do ator Grande Otelo

 

Artigos de João Procópio Neto

 

 

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